Com a evolução da Internet e redes sociais, jornalistas que antes tinham apenas boca ganharam também ouvidos, e o que passamos a escutar do público não nos foi de muito agrado.
Apesar de o furo jornalístico ter perdido bastante valor com a chegada e o avanço da informação nos meios digitais, ele ainda pode ter um valor fundamental para que os veículos possam tornar seus conteúdos exclusivos.
Um veículo de fake news, afinal, não é aquele que publica uma mentira ou gafe pontual, mas aquele que age com o intuito de enganar a população, desinformar e manipular. Mas como podemos conhecer a intenção de outros jornalistas ou meros influenciadores?
A percepção de que a cobertura jornalística tem se limitado a falar sobre os mesmos assuntos tem sido cada vez mais comum aos leitores.
Dono do site Stratechery, o analista de mídia Ben Thompson certa vez delineou alguns posicionamentos que nenhum jornal deveria adotar caso queira prosperar em nível local. Comportamento errado número 1, diz ele: oferecer “um conteúdo que está amplamente disponível em outros lugares”.
Veículos e jornalistas seguem definindo aquilo que julgam importante para suas audiências. Mas eles utilizam os critérios corretos para definir as prioridades de seus conteúdos?
Entre tantos papéis atribuídos ao jornalismo, um vem sendo abordado com bastante frequência nos últimos tempos: o de defender a democracia por meio da vigilância ao poder. Mas esta tarefa é, no mínimo, vaga demais.
Quando o assunto é a inovação no jornalismo, tendemos falar somente em novas em tecnologias. Porém, não podemos esquecer que os líderes e gestores são essenciais para conduzirem este processo.
Entre as consequências das acaloradas discussões do momento, a percepção de que existem apenas vilões e mocinhos no mundo está…
Atualmente, é fácil ver a transformação do meio jornalístico e a maneira como os leitores consomem notícias. Será que somente as estratégias atuais adotadas pelo jornalismo são suficientes para que haja uma mudança no cenário de consumo de informação?