Pesquisa recente põe um ponto de interrogação nesta opinião – pelo menos quando se trata de personalização em conteúdo jornalístico.
O ambiente de notícias hoje parece uma prateleira de supermercado onde cada um pode pegar o produto que melhor satisfaz suas preferências.
Se queremos ser relevantes, precisamos oferecer ao público aquilo que seja de seu interesse ou que dialogue com seus valores, não com os nossos
Frequentemente, o jornalista escreve para os colegas e a cobertura caminha na contramão do consumidor.
Modelo de geração de receita que não atende ao cliente é um modelo furado
A Meta está determinada a desenvolver um “produto produto eficaz para acabar com a disponibilidade de notícias”. Palavras da própria empresa.
A postura da sociedade em relação às empresas de mídia tem muito mais a ver com os nossos posicionamentos editoriais do que com as fake news.
Como gerar a percepção de que o conteúdo que publicamos, o trabalho que fazemos, tem realmente um valor que justifique o tempo investido em leitura?
Independentemente da importância do serviço que prestamos, a boa leitura costuma ficar espremida entre o tempo do trabalho e o tempo do lazer. Como esperar um alto nível de engajamento do leitor em um cenário como este?
Narrativas personificadas reforçam a empatia e a credibilidade com as audiências. Com os devidos cuidados, este formato de conteúdo pode revitalizar o jornalismo em uma sociedade ávida pelo “real”.