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O Orbis Media Review coletou a visão de 45 líderes de alguns dos principais veículos brasileiros, para projetar os rumos do nosso mercado. Eles estão à frente de empresas e operações editoriais em diferentes suportes (online, TV aberta, TV por assinatura, jornal, rádio, revista, nacionais, locais, generalistas, segmentados) e renovam diariamente o compromisso em fortalecer o setor.

Entre os temas abordados estão as audiências, a atuação em redes sociais, a projeção da receita publicitária e por assinatura, outros canais de faturamento, cenário econômico, visão de produto, formatos de conteúdo, trabalho híbrido das redações, as principais competências que os jornalistas deverão apresentar neste ano, regulação da mídia, ESG e outros tópicos que cruzam a estratégia de nossos veículos.

BAIXE O RELATÓRIO (PDF)

Comumente, as referências para a mídia brasileira vêm do exterior, são vanguardistas e inspiradoras. Mas é preciso lembrar que também há uma força gigante na indústria jornalística nacional. São mentes dispostas a inovar e a zelar pelo legado de uma imprensa resistente e persistente.

É pela união do potencial destes tantos players, em nome da riqueza de ideias e da produção de qualidade que emerge dos veículos brasileiros que o Orbis Media Review reuniu as perspectivas para o mercado de mídia nacional neste primeiro Relatório de Tendências para o Jornalismo.

Nosso objetivo é de que este documento sirva de intercâmbio para aproximar veículos e auxiliá-los a definir estratégias, parcerias, atuações marcadas por propósitos claros em um ano de resultados positivos.

Ao final do relatório, você encontrará assuntos que recomendamos a que fique atento ao longo do ano, além de 23 Provocações e Recomendações preparadas cuidadosamente pelo jornalista e consultor Eduardo Tessler com exclusividade para o Orbis Media Review.

Agradecemos a generosidade e o tempo de todos que contribuíram para que este relatório pudesse existir. E como já é costume aqui no Orbis, sinta-se à vontade para dar seu feedback.

Baixe o relatório gratuitamente e compartilhe com seus colegas.

Feliz 2023!

 

 

Por Ana Elisa Farizano*

Durante muito tempo consideramos estar na era da imagem, onde o visual teria uma grande predominância e poder de atração sobre outros tipos de narrativa. De uns tempos para cá, o áudio começa a emergir como uma nova possibilidade para entreter, informar, produzir, circular e monetizar conteúdo. Neste contexto surgem os podcasts – poucos anos depois do início do milênio – como um arquivo de áudio de distribuição totalmente digital.

Sem a pretensão de fazer história, este formato surge originalmente de modo amador, onde os produtores não tinham uma forte formação técnica, mas dispunham de uma grande capacidade narrativa, o que os tornava altamente atrativos: os podcasters sabiam como contar uma história. Hoje, com vários anos de trajetória, os grandes veículos começam a investir neste formato, tal como fizeram os profissionais independentes, como uma oportunidade de chegar a novas audiências, especialmente aquelas mais jovens, caracterizadas como centenials e millennials.

É preciso diferenciar. Neste artigo faremos referência aos podcasts nativos, que são aqueles conteúdos que foram pensados e elaborados para serem consumidos independentemente de uma programação radiofônica, via streaming. Em contraposição, está a rádio desprogramada, que acontece quando uma emissora radiofônica publica, em uma plataforma digital, fragmentos ou cortes de sua programação com a finalidade de estender a vida útil daquele conteúdo.