“A verdadeira revolução da redação é defender a simplicidade, a humildade e, principalmente, o desejo de servir, de buscar aquilo que realmente interessa às pessoas e se relacionar. Jornalista tem que gostar de se relacionar”, analisa Marcello Pettreli, presidente do Grupo ND.
Iniciativa internacional incentiva a integração de equipes responsáveis pela experiência do público com profissionais preocupados com as necessidades do mercado.
Pesquisa do Orbis Media Review mapeia a primeira reação do público diante de notícias em redes sociais, associando a posição ideológica dos participantes à orientação de cada conteúdo.
Todo repórter merece um bom editor que o motive, que o ajude, que tome a responsabilidade das decisões editoriais para si. Jornalismo se escreve com “E”, de educação.
E se a checagem de informações em texto, imagens, áudios e até vídeos pudesse ser feita através de uma plataforma de blockchain? Dados indexados são imutáveis e podem ser incorporados a qualquer material compartilhado.
Ainda que muitos jornalistas acreditem que sua cobertura é isenta de paixões, inconscientemente certas temáticas são vistas de formas totalmente diferentes por eles.
A ansiedade da publicação e a exigência da quantidade de notas por dia levam ao “jornalismo” de uma fonte só. A coisa piora quando isso se impõe aos critérios de noticiabilidade.
Pesquisa publicada na Journalism Studies mostra um imaginário popular que precisamos reconstruir. Burocracia, desconfiança e distanciamento da vida cotidiana podem – e devem – ser corrigidos.
Por muito tempo acreditamos que a inovação estava em novos formatos, na adoção de tecnologias. Estes são apenas detalhes de uma mudança muito mais profunda que a sociedade demanda dos veículos.
A overdose de notícias conflituosas pode ser uma oportunidade para o jornalismo recuperar a credibilidade e destacar-se pela boa reputação.