A censura não é a única forma de silenciar o outro. Aliás, somos bons em adotar estratégias sutis para conquistar aquilo que queremos de maneira mais direta.
É comum acharmos que a inovação demandada pelas redações encontra-se nas mais altas tecnologias do mercado. Afinal, onde podemos encontrá-la?
Os tempos do jornalismo apoiado diretamente por partidos políticos e, mais tarde, dos jornais que atuavam em nome de seus “barões” provam historicamente que não existe um único modelo a ser adotado pela mídia.
Quando se fala da constante luta pela informação, é fácil imaginar os grandes veículos de comunicação e as redes sociais no ringue. Mas afinal quem vencerá esta peleja?
Há um mau hábito de olhar para as redes como um lugar intelectualmente raso no qual apenas o conteúdo de rápido e fácil consumo tem chance de prosperar.
Dostoiévski, Charles Dickens, Daniel Defoe, Balzac, Machado de Assis, Graciliano Ramos… Todos foram jornalistas e tinham uma coisa em comum para ensinar ao jornalismo. O que seria?
Nestes tempos em que a palavra “pluralidade” se tornou um norte a ser seguido, qual é a real pluralidade existente nas redações onde os fatos seriam apurados e o cotidiano deveria ser refletido?
O tempo sempre foi e será um dos temas mais discutidos de nossa sociedade. Mas o que essa discussão tem a ver com a literatura e, ainda mais, com o jornalismo?
Ao afirmar o porquê de a imprensa existir, com frequência pensamos em grandes ideais como a defesa da democracia ou a luta pela liberdade de expressão. Mas e quanto ao público, qual o nosso dever perante ele?
Há muito tempo, os clássicos da literatura nos mostram o quanto a linguagem literária e as histórias bem contadas podem afetar positivamente a vida do ser humano. Apesar de se tratar de um mundo diferente do jornalismo, a literatura ainda tem muito a ensinar aos jornalistas.