O Orbis é um hub de produção de
conhecimento e análise de tendências
para comunicação e jornalismo.
Uma iniciativa do Master Negócios de Mídia.
“A verdadeira revolução da redação é defender a simplicidade, a humildade e, principalmente, o desejo de servir, de buscar aquilo que realmente interessa às pessoas e se relacionar. Jornalista tem que gostar de se relacionar”, analisa Marcello Pettreli, presidente do Grupo ND.
Iniciativa internacional incentiva a integração de equipes responsáveis pela experiência do público com profissionais preocupados com as necessidades do mercado.
Vende-se ao leitor não informação, mas uma percepção, cartas marcadas, quase um contrabando opinativo.
A questão do cisne negro foi apresentada pelo filósofo austríaco Karl Popper a fim de delinear a teoria da falseabilidade, ou seja, a capacidade de refutar uma hipótese utilizando-se de evidências. Colocando de outra forma, nunca podemos ter absoluta certeza sobre a verdade de uma afirmação universal ao passo que basta apenas uma evidência em contrário para que possamos dispensá-la por inteiro.
Pesquisa do Orbis Media Review mapeia a primeira reação do público diante de notícias em redes sociais, associando a posição ideológica dos participantes à orientação de cada conteúdo.
Aprende-se que, no jornalismo, é sempre imprescindível ouvir os dois lados de um fato. Mas, na prática, sabemos que garantir a imparcialidade é uma realidade humana quase utópica. Portanto, se a objetividade não serve ao jornalismo, o que, então, podemos fazer para manter a democracia?
Todo repórter merece um bom editor que o motive, que o ajude, que tome a responsabilidade das decisões editoriais para si. Jornalismo se escreve com “E”, de educação.
E se a checagem de informações em texto, imagens, áudios e até vídeos pudesse ser feita através de uma plataforma de blockchain? Dados indexados são imutáveis e podem ser incorporados a qualquer material compartilhado.
