O Orbis é um hub de produção de
conhecimento e análise de tendências
para comunicação e jornalismo.
Uma iniciativa do Master Negócios de Mídia.
Dostoiévski, Charles Dickens, Daniel Defoe, Balzac, Machado de Assis, Graciliano Ramos… Todos foram jornalistas e tinham uma coisa em comum para ensinar ao jornalismo. O que seria?
Canal de Silvia Bessa faz reportagem com testemunhos que vão além do circunstancial. Conteúdo tem cadência própria e vislumbra um empreendimento multiplataforma.
Nestes tempos em que a palavra “pluralidade” se tornou um norte a ser seguido, qual é a real pluralidade existente nas redações onde os fatos seriam apurados e o cotidiano deveria ser refletido?
Não se constrói um país com mentira, casuísmo e esperteza. Não se levanta uma democracia com a mesma ferramenta autoritária usada pela ditadura: a censura.
O tempo sempre foi e será um dos temas mais discutidos de nossa sociedade. Mas o que essa discussão tem a ver com a literatura e, ainda mais, com o jornalismo?
Quando temos de lidar com a incerteza, ambiguidade e complexidade, nosso processamento da informação entra em colapso. E se não tivermos um mapa bem definido do caminho a ser percorrido? A quem vamos recorrer?
Ao afirmar o porquê de a imprensa existir, com frequência pensamos em grandes ideais como a defesa da democracia ou a luta pela liberdade de expressão. Mas e quanto ao público, qual o nosso dever perante ele?
Uma economia em crise pede soluções intermediárias, ainda que temporárias. O micropagamento pode ser um criador de hábitos de pagar por notícias. Afinal, nem todos podemos ser The New York Times.
