O Orbis é um hub de produção de
conhecimento e análise de tendências
para comunicação e jornalismo.
Uma iniciativa do Master Negócios de Mídia.
“O jornalismo deve avançar na direção das respostas, mais do que repetir ou amplificar as perguntas que já existem.”
Este conteúdo faz parte da entrevista com o jornalista espanhol Lluís Cucarella, diretor do Observatorio para la Transformación del Periodismo…
Apesar de o furo jornalístico ter perdido bastante valor com a chegada e o avanço da informação nos meios digitais, ele ainda pode ter um valor fundamental para que os veículos possam tornar seus conteúdos exclusivos.
Quando a notícia vira tese, a realidade deixa de falar por si e fica condicionada às hipóteses daquilo que o jornalista quer defender. Como fugir dessa armadilha tácita?
Um veículo de fake news, afinal, não é aquele que publica uma mentira ou gafe pontual, mas aquele que age com o intuito de enganar a população, desinformar e manipular. Mas como podemos conhecer a intenção de outros jornalistas ou meros influenciadores?
A tensão está no ar. Ânimos bélicos não poupam o trabalho da imprensa. Como o jornalista deve lidar com as críticas e ainda elevar o debate?
No Jornalismo abalado pela avalanche digital e que aos poucos se reergue, não há lugar para a presunção. A única obsessão permitida são os leitores. Eles são a peça-chave do trabalho editorial. Precisamos descobrir quem são, suas demandas reais, suas circunstâncias, seus interesses.
A percepção de que a cobertura jornalística tem se limitado a falar sobre os mesmos assuntos tem sido cada vez mais comum aos leitores.
