O Orbis é um hub de produção de
conhecimento e análise de tendências
para comunicação e jornalismo.
Uma iniciativa do Master Negócios de Mídia.
Modelos de negócio sustentados pela receita gerada pelo usuário se firmam como a alternativa capaz de suprir as perdas com a publicidade. Nossa pesquisa mostra o quanto as redações estão preparadas para interagir com este usuário.
Uma das funções sociais do jornalismo é construir pontes. Soluções simples que trazem impacto real na rotina das pessoas nem sempre estão na produção de conteúdo, mas são da nossa alçada.
Dono do site Stratechery, o analista de mídia Ben Thompson certa vez delineou alguns posicionamentos que nenhum jornal deveria adotar caso queira prosperar em nível local. Comportamento errado número 1, diz ele: oferecer “um conteúdo que está amplamente disponível em outros lugares”.
A democracia reclama um jornalismo vigoroso e independente. Comprometido com a verdade possível. O jornalismo de qualidade exige cobrir os fatos. Não as nossas percepções subjetivas. Analisar e explicar a realidade. Não as nossas preferências, as simpatias que absolvem ou as antipatias que condenam. Isso faz toda a diferença e é serviço à sociedade.
O projeto surpreende em vários aspectos, como a ênfase ao público 40+, o mix de reportagens, cursos, livros e séries, além da percepção saudável do conteúdo como produto.
Veículos e jornalistas seguem definindo aquilo que julgam importante para suas audiências. Mas eles utilizam os critérios corretos para definir as prioridades de seus conteúdos?
As métricas de redes sociais não são apenas frágeis, impossíveis de auditar e facilmente fraudáveis. Mesmo que você jamais tenha comprado fãs nem contratado robôs, o perfil do seu veículo está nas mãos deles. Likes, fãs, seguidores não refletem nada de concreto à indústria jornalística – nem ao anunciante.
Entre tantos papéis atribuídos ao jornalismo, um vem sendo abordado com bastante frequência nos últimos tempos: o de defender a democracia por meio da vigilância ao poder. Mas esta tarefa é, no mínimo, vaga demais.
