Precisão no foco editorial, prioridade ao noticiário local, corte de cadernos secundários e um time de jornalistas animados: o Diário de Pernambuco aposta em soluções simples e firmes rumo aos 200 anos do jornal mais longevo do país.
O atual cenário de desinformação é o momento preciso para separar jornalistas de verdade de meninos. É hora de mostrar forças e habilidades para ajudar a virar o jogo das fake news.
Mais do que um assinante, o sócio (ou membro) de um veículo participa das decisões editoriais. Quem o convida e o recebe é a própria redação.
A derrubada de paywalls pode sinalizar que, diante de algo importante, as notícias devem ser grátis. A menos que as assinaturas cresçam no pós-quarentena, da generosidade se criará uma obrigação.
Experimentos com tecnologia de realidade virtual abrem possibilidades para um jornalismo empático e capaz de romper bolhas comportamentais.
O consumo de notícias aumenta, mas no que se pode confiar? Ouvimos 240 pessoas para traçar um cenário da relação que elas mantêm com a informação durante a pandemia.
Institucionalizar grupos de checadores de notícias como controladores oficiais da verdade pode ser um risco para a livre circulação de informações.
Se o mundo desmorona ao nosso redor, reservamos alguns caracteres para contar o que está sendo feito ou construído no lugar?
por Michael R. Francher* “Vida longa ao jornalismo de verdade!” É assim que minha filha, Beth, encerrou um bilhete onde…
O fato de serem produtos de nicho traz grandes possibilidades, já que nos dá um conhecimento mais profundo a respeito de quem são nossas audiências e permite uma conexão mais eficiente com os anunciantes.